Um dia morei em você. Depois fui sua pequena por muito tempo, e despercebidamente cresci. Tivemos momentos que ambos pagamos por esse crime. Te matei varias vezes, mas você sempre ressuscitava. Lembro-me de uma vez em que o papai teve que deixar a sua pequena num lugar desconhecido, num lugar feio. Sua pequena cometera o mais grave dos crimes: Viver em seu mundo errôneo. Papai abraçou seu bebê e em seus ombros desabou. Mais uma vez papai morreu.

Até quando essa menina/mulher maltratará seu herói? Isso, papai, não sei lhe responder. Só sei que sua mulher que outrora fora pequena está tentando com toda sua solidez não lhe agredir mais. Beligerante, a pequena tirana não gosta de viver em seu mundo despótico, mas ela vive. Talvez para sempre, talvez para nunca mais. Mas saiba: ela está tentando te envolver nele sem mais te matar.

Contudo e sem mais lhe grito: Perdoa-me, amo-lhe demais.

E ainda acreditavam que ela era feliz…

Guardo dentro de mim tantas ideias, tantos eus que são outros. Dentro de mim- lugar exato eu não sei- ha pensamentos descompensados, contraditórios. Moro com tantos que sou eu, mas que desconheço. Eu faço festa, grito choro, canto em algum lugar que não consigo achar. Será que sou eles ou que eles simplesmente não são?

Queria somente evacuar-me, achar em mim uma saída de emergência…

Guardo dentro de mim tantas ideias, tantos eus que são outros. Dentro de mim- lugar exato eu não sei- ha pensamentos descompensados, contraditórios. Moro com tantos que sou eu, mas que desconheço. Eu faço festa, grito choro, canto em algum lugar que não consigo achar. Será que sou eles ou que eles simplesmente não são?

Queria somente evacuar-me, achar em mim uma saída de emergência…

Fotógrafo: Edward S. Curtis

Uma visão indescritível. 

Fotógrafo: Lyndon Wade

http://www.thewadebrothers.com/

Amei o trabalho!!!!


Fotógrafo: Joey-Lawrence